quinta-feira, 27 de setembro de 2012
quarta-feira, 25 de julho de 2012
sexta-feira, 20 de julho de 2012
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Insuficiência Renal em Gatos
Gatos
de qualquer raça, sexo ou idade podem ser afetados, entretanto, animais
mais velhos desenvolvem a doença com maior freqüência.
A
insuficiência renal crônica em gatos ocorre por volta dos nove anos.
Alguns tipos de afecção renal podem ser transmitidos geneticamente nas
raças Abissínia e Persa. Todos os animais e seres humanos podem ser
afetados pela insuficiência renal crônica.
Visão Geral
Como
os rins são órgãos vitais para a sobrevivência, a insuficiência renal
crônica pode comprometer imensamente a vida de um gato. Quando funcionam
apropriadamente, os rins filtram os resíduos da corrente sanguínea, que
serão excretados pela urina.
Um gato com mal
funcionamento renal pode beber quantidades cada vez maiores de água e
urinar com maior freqüência na tentativa de retirar da corrente
sanguínea os resíduos que os rins não têm mais capacidade de eliminar
através da urina. Eventualmente, os esforços do gato para compensar a
própria insuficiência renal mostram se insuficientes. Com o agravamento
da doença, podem ocorrer muitas complicações.
Úlceras
na boca e no estômago, anemia e infecções do trato urinário são
conseqüências comuns em gatos portadores de insuficiência renal crônica.
A pressão alta, que pode levar à cegueira, é uma das complicações mais
graves. Geralmente, os gatos mais idosos têm insuficiência renal crônica
e a doença tende a piorar com a idade.
Sintomas
Se
um gato sofre de insuficiência renal crônica, seu proprietário poderá
perceber sintomas típicos como cansaço, perda de apetite e perda de
peso. Vômitos, diarréia, ingestão de água de lugares pouco habituais,
aumento da quantidade de urina na caixa de areia, feridas na boca, mal
hálito, fraqueza e facilidade para se cansar com qualquer atividade. Se o
gato tem pressão alta, pode ocorrer perda de visão repentina.
Descrição
Os
rins exercem várias funções de manutenção, vitais para o estado geral
de saúde do gato. Eles filtram os resíduos para fora da corrente
sanguínea e os excretam para a urina. Os rins também controlam os níveis
de eletrólitos, de PH, e o estado de hidratação do gato. Além disto, os
rins produzem hormônios essenciais como a eritropoietina, que estimula a
medula óssea a produzir novos glóbulos vermelhos. Quando os rins
começam a falhar, os sistemas orgânicos do gato começam a fazer ajustes
em compensação. Por exemplo, o gato pode passar a beber mais água e a
urinar com mais freqüência, numa tentativa de "se livrar" dos resíduos
acumulados na corrente sanguínea e que deveriam ter sido eliminados
pelos rins. Em algum momento, entretanto, o volume das disfunções vai
avassalar o gato e ocorrerão sintomas mais sérios de insuficiência renal
crônica. Na época em que os exames mostrarem alterações significativas
que alertarem o veterinário para a presença de insuficiência renal, 75%
do total do rim já devem ter parado de funcionar corretamente.
A
causa mais comum da insuficiência renal crônica é o processo normal de
envelhecimento. A doença é progressiva e irreversível, ou seja, o
prognóstico ou perspectiva de recuperação do gato é ruim. O tratamento,
entretanto, pode trazer alívio de curto prazo aos sintomas e melhorar a
vida do gato por algum tempo. Um gato com insuficiência renal crônica
pode viver de algumas semanas a alguns anos com a doença, dependendo da
gravidade e do estágio de evolução da doença.
Diagnóstico
O
veterinário irá diagnosticar a insuficiência renal crônica após um
exame completo e testes de laboratório, tais como hemograma completo,
bioquímica do sangue e análise de urina. Outros exames que podem ser
feitos incluem cultura da urina, radiografia, ultra-sonografia, e tomada
da pressão sanguínea. Biópsias do rim, através de ultra-som ou
cirurgia, podem fornecer informação adicional sobre a causa da
insuficiência renal.
Tratamento
Gatos
com insuficiência renal crônica muito grave necessitam de internação
para tratamento com soro intravenoso, suporte nutricional e
medicamentos. Manifestações menos graves da doença podem ser tratadas em
casa com medicamentos e dieta apropriada. O veterinário pode recomendar
determinados tipos de ração para gatos, que só estão disponíveis com
prescrição médica que contém baixos níveis de proteínas, fósforo e sódio
e devem, portanto, reduzir a sobrecarga sobre os rins. Outros
medicamentos são indicados para controlar alguns sintomas da
insuficiência renal, tais como, náusea, inapetência, desequilíbrio
mineral e eletrolítico, deficiências hormonais e pressão sanguínea alta.
É importante que haja água fresca todo o tempo ao alcance dos gatos
afetados pela doença. O veterinário pode ensinar ao proprietário como
administrar soro suplementar sob a pele, na chamada terapia líquida
subcutânea. Este método é geralmente recomendado para animais com
insuficiência renal crônica de moderada a grave. Recomenda-se a
repetição de exames regularmente para monitorar a doença. O número de
visitas ao médico veterinário irá variar de acordo com a gravidade da
doença do gato e de sua resposta ao tratamento.
Prevenção
Gatos
que sejam suspeitos de predisposição genética para o desenvolvimento de
doença renal não devem ser cruzados. Gatos adultos e idosos devem ser
monitorados para a detecção de sintomas anormais e devem receber atenção
médica caso surjam sinais clínicos.
FONTE: Renalvet.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Manifestação em prol dos animais !!
Domindo dia 22, tenho um compromisso "sagrado" - a manifestação pelos animais.
Meu grito será por todos animais não humanos. Não estarei comemorando
nada, porque não há o que comemorar, não estarei em sinal de paz porque
essa paz simplesmente não existe, ela é utópica. Meu corpo vai vestido
de protesto, minha alma de luto, de grito, de clamor, de revolta e de
cobrança.
Cobrança por sanções mais rígidas, por mais respeito, por compaixão e sobretudo, por mais "humanidade".
Meu grito será por cada cão e gato que sofre, ou que sofreu nas mãos de
"humanos" cruéis, por cada animal marítimo que sofre nos oceanos pela
ganância dos homens, por cada pássaro engaiolado e que por algum ser
qualquer teve sua liberdade roubada, por cada animal condenado à
escravidão para ser servido à mesa, por cada animal que é torturado e
dilacerado em testes e vivissecção, por cada animal espetado, amarrado,
ferido ou estrangulado em rodeios, touradas e vaquejadas, por cada
animal que de alguma forma absurda e imoral serve de escravo de humanos.
CHEGA!!!!!!!!
ANIMAIS NÃO SÃO COISAS - SÃO VIDAS!!
Mírian Martins.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Como capturar um gato ferido.
Como capturar um gato ferido
por Sheldon Rubin, DVM - traduzido por HowStuffWorks Brasil
Aprender a capturar um gato ferido é uma boa idéia diante da necessidade de prover ao seu animal de estimação os devidos cuidados
em caso de acidentes. A forma como você deve se aproximar de um gato
ferido irá depender de ele cooperar ou não. Antes de iniciar, verifique
com cuidado pois o gato tem armas poderosas: suas quatro patas com
unhas geralmente bem afiadas.
Os gatos ficam muito ariscos quando estão machucados, então os métodos a seguir ajudam a minimizar suas chances de ser arranhado ou mordido pelo gato que você está tentando ajudar.
Os gatos ficam muito ariscos quando estão machucados, então os métodos a seguir ajudam a minimizar suas chances de ser arranhado ou mordido pelo gato que você está tentando ajudar.
Capturando um gato cooperador
Tente
os dois primeiros métodos quando houver mais alguém para ajudar você.
Pegue o gato em seus braços ou colo, ou sobre uma mesa ou outra
superfície elevada, usando um dos métodos a seguir.
Método 1Passo 1: posicione-se de maneira que a cabeça do gato fique a sua esquerda.
2006 Publications International, Ltd. Método 1, Passo 2 |
Passo 2: use sua mão direita para pegar o corpo do gato, de forma que o peito dele esteja sobre a palma de sua mão.
Passo 3: erga o gato firmemente em direção a você, de forma que o corpo dele seja amparado entre seu antebraço e seu corpo.
Passo 4: segure as patas da frente com os dedos de sua mão direita que ainda está amparando o peito do gato.
Passo 5: use sua outra mão para segurar o gato sob a garganta, prevenindo que a cabeça dele se mova.
Passo 6: seu ajudante pode, dessa maneira, prestar assistência, enquanto o gato fica em seus braços.
Método 2
Passo 1: agarre a pele na parte atrás do pescoço do gato, erguendo o gato. A maioria deles fica submissa quando esse método é aplicado.
2006 Publications International, Ltd. Método 2, Passos 1 e 2 |
Passo 2: segure as patas traseiras com a outra mão para garantir que o gato não arranhe você.
Passo 3: ainda segurando o gato, posicione-o sobre a mesa com o lado ferido para cima.
Passo 4: puxe a pele do pescoço para frente e puxe para trás as patas traseiras com cuidado, esticando, de maneira firme, o gato.
Passo 5: deixe que o ajudante preste os primeiros socorros.
Se você estiver sozinho para capturar o gato ferido, seja extremamente cuidadoso e siga as dicas a seguir.
Passo 1: agarre o gato pela pele na parte atrás do pescoço do animal.
Passo 2: erga o gato e coloque o peito dele sobre uma mesa ou outra superfície elevada.
Passo 3: se o gato não ficar parado, coloque-o em uma caixa grande e aberta.
Passo 4: preste os primeiros socorros ao gato ferido.
Capturando um gato não cooperador
Mesmo que um gato seja normalmente dócil, você deve estar preparado
para lidar com algumas dificuldades. Confira a seguir algumas técnicas
que irão ajudar você a manter o controle da situação.
Método 1
Você deve aplicar este método quando tiver mais alguém para ajudar você.
Passo 1: coloque um cobertor ou uma toalha sobre o gato.
Passo 2: cubra o gato inteiro com a toalha ou com o cobertor.
2006 Publications International, Ltd.Método 1, Passo 3 (neste exemplo, o gato tem um ferimento na cabeça) |
Passo 3: exponha apenas a área ferida, mantendo o resto do corpo do gato coberto.
Passo 4:
deixe que seu ajudante preste os primeiros socorros. Se o gato ainda
estiver muito agressivo, leve-o ao veterinário - mesmo sem prestar os
primeiros socorros - ainda envolto no cobertor ou toalha.
Método 2
Você deve aplicar este método quando não tiver ninguém para ajudar você.
Passo 1: coloque um cobertor ou uma toalha sobre o gato.
Passo 2: cubra o gato todo com um cobertor ou com uma toalha.
Passo 3: amarre as pontas da toalha ou do cobertor com uma corda para formar um saco ou coloque o gato dentro de uma caixa fechada.
Passo 4: não tente tratar o ferimento do gato. Leve o gato ao veterinário.
FONTE: http://casa.hsw.uol.com.br/como-prender-um-gato.htm
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Hora de trocar as havaianas...
Minha vida, entre outras coisas, é recheada de paixões e parte dela se resume em viver "garimpando" por coisas com motivo "gato" e como meus chinelos já estavam precisando de aposentadoria...
E lógico que no melhor estilo "una o útil ao agradável", eis que caí nas graças de um par de havaianas de que...de que??????????????????????????
De gato, é claro!
Mírian Martins - a fanátiCAT
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